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Corneta: Tradição marcada pela Era Napoleônica

Nada supera o forjamento na produção de peças de aço.
Séculos se passaram e o processo prevalece nas indústrias de todo mundo, favorecido por novos conhecimentos tecnológicos. O forjamento marca o início do trabalho do aço pelo Homem. E a Corneta tem uma grande participação na trajetória e evolução da História da Cutelaria, no Brasil, na Alemanha, na Europa, no mundo enfim.

Impossível contar a história da Corneta sem mencionar as tradições de Solingen/Alemanha, localizada próxima à Colônia, cidade fundada pelos romanos às margens do rio Reno. No início da era cristã, Solingen apresentava algumas características naturais que favoreceram o desenvolvimento de atividades cuteleiras naquela região. Era rica em abundantes florestas, com um suprimento ilimitado de madeira para fazer carvão, assim como grandes quantidades de minério de ferro.

Por centenas de anos Solingen foi a supridora exclusiva de lâminas de espadas e de vários outros tipos de utensílios para Colônia, sendo inclusive, proibida de vender a qualquer outro cliente que não fosse originário daquela cidade.

Pouco tempo depois, em troca da França reconhecer o Duque Maximiliano como o rei da Bavária, a região de Solingen passou ao domínio francês. Napoleão Bonaparte, governando a França, aboliu todos os regulamentos de ofício, fomentando a competição entre os artesãos e comerciantes até então sufocados pelas Guildas*, promovendo também um rápido desenvolvimento no setor. Uma das empresas decorrentes do fim do sistema das Guildas de artesãos de Solingen foi a Gebruder Weyersberg (Irmãos Weyersberg).

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